Conte a sua história!

Se você tem uma história ou experiência que tem alguma relação com a EBEC, compartilhe-a conosco!

  1. Cynthia Tanajura disse:

    Ter estudado na Ebec sempre fez diferença em minha vida. Entrei no curso aos 13 anos e terminei aos 17, no Canela. As aulas eram sempre muito prazerosas pra mim e sentia-me orgulhosa de receber as famosas cartas ao final de cada semestre. Ainda hoje, nas minhas aulas de conversação, lembro claramente de expressões que usavámos em sala.
    Foi fundamental ter feito o curso, pois passei em todos 3 vestibulares que fiz, inclusive no concorrido curso de Psicologia da Ufba, quando acertei 98% da prova de inglês, em 1990. Durante o curso na universidade passei a ensinar inglês em escola regular e hoje dou aulas particulares a crianças pequenas. Criei o Projeto Magic Windows, unindo os conhecimentos do inglês e da psicologia, que tem sido um grande sucesso.Agradeço a todos os professores, Silvinha, Denise, John, entre outros que fizeram daquelas tardes divertidas de aprendizagem um mundo de possibilidades. Obrigada!

  2. Liane Paixão disse:

    Mensagem: Hi! My name is Liane Paixão and I’m a former EBEC student! I’ve been living in Canada for the past seventeen years, where I work as a French teacher at a public school. I still remember my first English lessons in the Canela location and some of my teachers — Betsy, Jennifer (I think they were from N.Y.). At that time, I could never imagine that one day I would have to speak more in English than in my own mother tongue! What I learned at EBEC served me well. Nice to see that the school has expanded and continues to deliver quality work. All the best, Liane

    Mensagem traduzida: Oi! Meu nome é Liane Paixão e sou ex-aluna da EBEC!
    Estou morando no Canadá há 17 anos, onde trabalho como professora de francês, numa escola pública.
    Eu ainda lembro das minhas primeiras aulas na EBEC Canela e de algumas das minhas professoras - Betsy, Jennifer (eu acho que eram de N.Y.). Naquela época eu nem imaginava que um dia eu teria que falar mais em inglês do que na minha própria língua mãe! O que aprendi na EBEC foi muito útil para mim. Bom ver que a escola cresceu e continua a oferecer um trabalho de qualidade.
    Tudo de bom!
    Liane

  3. edson barreto disse:

    Entrei na EBEC aos 17 anos e, como adolescente á epoca ,aprendi tudo da vida e do mundo por meio dela. A EBEC me deu o ingles que precisava para a minha vida profissional. hoje leciono ingles em escolas e em cursos pré vestibulares de Salvador e sempre aconselho meus alunos a estudarem ingles e os digo que se puderem ”corram” para a EBEC. Com 40 anos hoje e uma filha de 12 que já está estudando também nesta que é ” the best english school” em salvador, me sinto feliz e privilegiado em ter tido a EBEC na minha vida. obrigado MARIA HELENA,SANDRA KURZATOVSKY,JOHN BOSCH, ANDY PAK POY(lembram dele?),JANET,JOSEPH,MICHAEL LYNCH, GIZELA, MATILDE,DAGMAR,e,ao nosso saudoso DENNIS GERALD MCLAY( blessings). kisses for all

  4. Thiago Lacerda de Carvalho disse:

    É difícil traduzir em palavras tudo o quê o EBEC simbolizou para mim. Lembro bem da época em que eu era apenas um iniciante, na 3ª série, longe de imaginar o que aquele curso de inglês me traria de bom no futuro. Agora, com 15 anos, no 1º ano do ensino médio e com diploma do EBEC na mão, eu percebo que valeu a pena cada segundo que eu passei estudando inglês. Eu passava as tardes no EBEC, pois minha casa era muito longe para eu ir e voltar antes da aula, e eu sinto que eu cresci muito, pessoal e intelectualmente lá. Hoje eu vejo, na facilidade de compreender músicas, de entender o seu significado, de ler textos em inglês e em ganhar dinheiro fazendo traduções avançadas, que a melhor decisão que eu já tomei na vida foi entrar no curso de inglês EBEC. Eu me sinto lisonjeado por ter feito e por fazer parte desta família, e apesar da conclusão do curso, o EBEC continua intrinsecamente ligado à minha vida. Obrigado por tudo EBEC.

  5. Diocélia Rodriguez Martins Goulart disse:

    Estudei na EBEC, de 1985 até 1991, quando conclui meu curso, colecionando, orgulhosamente em meu curriculum, 12 notas G e 12 cartas de elogios. A EBEC é tão maravilhosa que matriculei meu filho mais velho, Pedro, de 12 anos. Aí é que a gente percebe que a vida se renova quando temos filhos. E é tão bom estudar com ele. Relembro carinhosamente de alguns professores que me transmitiram, de forma marcante seus conhecimentos. Hoje posso dizer que falo bem a língua inglesa e que tenho um ótimo conhecimento de gramática, fundamentais para o meu sucesso profissional. Sou advogada por formação, mas trabalho num órgão público pois passei em um concurso. Vale a pena dizer que até já atuei como intérprete em audiências. Agradeço à EBEC por ter contribuído de forma decisiva e permanente em minha formação pessoal e profissional.

  6. Marieli de Jesus Pereira disse:

    Estudar na EBEC mudou a minha vida. Sou de família de humilde e estudar inglês era um sonho. Há alguns anos, tive a oportunidade da minha vida quando fui contemplada com uma bolsa de estudos na EBEC que deveria durar apenas um ano, mas consegui concluir o curso devido ao meu excelente aproveitamento. Graças a essa oportunidade, decidi que seria também uma professora de inglês, cursei Língua Estrangeira Moderna na UFBa, fiz o curso de Especialização em Estudos Linguísticos e atualmente sou Mestranda em Letras também na UFBa. Em todas as aulas, cursos, oficinas ou seminários que ministro tento mostrar aos meus alunos o quanto estudar inglês é importante, prazeroso e apaixonante, assim como aprendi na EBEC.
    Tenho maravilhosas lembranças das aulas e das atividades extras, sou muito grata a minhas amadas professoras e amados professores: Celina, Wanda, Carmen, Amélia, Maria Helena, Janet, John, Joseph, Michael e a todos que não citei, mas foram essenciais para a realização de um dos meus sonhos. Muitíssimo obrigada a toda equipe que faz a EBEC ser o que é!

  7. Artur Teixeira disse:

    Entrei na EBEC aos 9 (um meninote) e, 6 - curtos! - anos depois, ganhei o meu primeiro ‘diploma’. A vida exigiria tantos outros… Não faltei uma aula sequer em todo esse período. Apesar do meu temperamento tímido (obstáculo superado!), era considerado um dos #1. rs. Tinha uma disciplina férrea, adorava participar das aulas, da socialização que o método promovia, do inglês ‘vivo’ em sala de aula. Hoje, vejo crianças da mesma faixa-etária tão dispersas em relação ao aprendizado de uma segunda língua e me pergunto o que foi que me motivou tanto assim. Afinal, era a idade da traquinagem… E, naquela época, não havia metade dos recursos audiovisuais de hoje para entreter a criançada. O que eu tinha era um verdadeiro prazer em assistir às aulas, adorava a metodologia, o material ‘humano’. Lembro-me dos meus queridos professores, como Denise Oliveira (a primeira), Marta Rosas e seu Uno vermelho, Maria Helena e seu sorriso luminoso, Denis McClay e seus ‘causos’ legendários naquele perfeito inglês joyceano (eu viria, mais tarde, a ser fã dos seus conterrâneos The Cranberries), Janet Fisher e sua beleza loura nova-iorquina com acento limpo da Virgínia, a pureza do John (do Novo México, que, mais tarde, virou chef e montou o seu próprio restaurante na Chapada Diamantina). Todos seres adoráveis e tão diferentes entre si, mas que convergiam em dois aspectos: na ética e no talento. Vcs serviram como um espelho para mim, moldando os meus interesses, traçando o meu destino sem saber… Dediquei-me aos idiomas desde então. Cursei Letras, fiz de tudo um pouco e lecionei algum tempo. Hoje, dedico-me à tradução literária full time. A EBEC fez com que eu internalizasse as regras de funcionamento da língua inglesa - sejam as normas gramaticais, seja a oralidade, como em nenhuma outra escola.

    Ah, bons tempos aqueles de classificadores azuis embaixo do braço… De professores nativos a partir do AP-I. Era um luxo!! Saudades dos meus colegas queridos com quem há mt perdi contato (where are you, buddies??), e até dos episódios da série meio maçante “The Man who Escaped” em fitas K-7! =) E daquela vista fantástica do casarão da Barra, dando direto para a av. Oceânica, para aquele marzão azul-esverdeado que só a Bahia tem! Essas lembranças são indeléveis! Há 17 anos, direto do túnel do tempo…

  8. Élida Andrade disse:

    A minha história de amor com a EBEC começou em 2003, e mesmo tendo estudado pouco tempo, o que aprendi na EBEC foi decisivo para que conseguisse um determinado emprego. Lembro-me muito bem de que tinha um medo enorme de Inglês. Jamais me via falando e entendendo Inglês com as pessoas. Mas eu sempre fui apaixonada por Inglês, apenas não acreditava no meu potencial. Passei a pesquisar escolas de idiomas, e dentre as encontradas, a EBEC se destacou. Algumas pessoas estudaram nela e sairam de lá com uma bagagem ótima. Resolvi quebrar o medo e me matriculei na EBEC. Logo na primeira aula, saí maravilhada com a estrutura, com os colegas, com a aula, com o método de ensino….com TUDO! Passei a me empenhar cada vez mais, e minhas notas no colégio eram ótimas. Passei até a ajudar alguns colegas que não iam bem em Inglês. Graças a EBEC, decidi fazer vestibular para Letras Vernáculas com Língua Estrangeira Moderna e passei. Acertei 100% da prova de Inglês da Uneb, 100% na prova de Inglês da 1ª fase da Ufba e 90% na prova de Inglês da 2ª fase da mesma.Fui aprovada nas duas, mas preferi ficar na Ufba, e ano passado surgiu um emprego enriquecedor. Passei a ser guia de um hotel, onde todo mês um grupo de norte-americanos vem à Salvador para administrar negócios. Eles me elogiam bastante quanto às minhas fluência e desenvoltura no Inglês. Estudei em outro curso de Inglês devido à irregularidade dos meus horários, mas levei comigo os métodos práticos e dinâmicos que desenvolvi na EBEC. E tenho certeza que tudo o que aprendi na EBEC vou levar para as salas de aula quando estiver lecionando.

    Obrigada, EBEC!
    Valeu por tudo!
    Nunca vou esquecer de vocês.
    Um beijo.

  9. Renata disse:

    Bem, foi na EBEC que conheci uma das minhas melhores amigas, e se não foi a melhor. Lá, estudei desde pequena e passei a amar o idioma .. Foi mais uma etapa impoirtante da minha vida, como construção de ser, de caráter. Passei por grandes mestres, conheci muitas pessoas, cresci e amadureci. O que sei hj de Inglês, foi graças ao que aqui estudei. Terminei em 1993 e ainda lembro de boa parte das aulas…e quando converso em inglês, muitos pensam que ainda faço algum curso, mas não, estou parada desde que termonei. Portanto, EBEC além de ser uma escola de Inglês, nos auxilia como pessoa, como ser atuante no idioma.

  10. Marion Cerqueira dos Santos disse:

    Considero a minha história com a EBEC, uma história de amor eterno, onde os momentos vivenciados e as experiências oportunizadas são partes indissociáveis dos valores que trouxe para meu cotidiano. Entrei na EBEC por meio de um programa que a escola oferecia para alunos carentes - O Bolsa Trabalho.
    Já no final do curso, surgiu a oportunidade de trabalhar na escola e assim passei a recepcionista da EBEC Pituba. Foram 08 maravilhosos anos entre os tempos de aluna e funcionária desta admirável instituição de ensino da língua inglesa. Na minha vida pessoal a EBEC me ensinou sobre o valor das verdadeiras amizades, a responsabilidade, o respeito ao próximo e a humanidade (referência a Lourdinha). Para minha vida profissional trago como referência da EBEC a importância da disciplina e do estudo para o alcance de metas e de não poupar esforços para fazer sempre o melhor que possa no meu trabalho. O Inglês que aprendi na EBEC foi decisivo para minha aprovação no vestibular (egressa da rede pública de ensino), visto que fiz 90% da prova de inglês da UFBA para o curso de nutrição. Hoje sou nutricionista, concursada da rede pública estadual de saúde e de um Programa de segurança alimentar e nutricional do SESC, que incentiva empresários e comerciantes a exercerem a sua responsabilidade social através do auxílio a beneficiários de instituições sociais carentes.
    A oportunidade de ter feito parte da família EBEC foi um divisor de águas para que eu conseguisse alçar vôos mais altos e hoje vejo a importância do resultado da responsabilidade social exercida pela EBEC para minha vida.
    Muito obrigada EBEC !!!!!
    Amo vocês !!!

  11. Caroline Vidal disse:

    Uma boa parte da minha vida escolar foi dentro da EBEC… Foi uma fase muito importante para mim, afinal além de aprender uma lingua tão útil e importante era mais um momento de está com os amigos, que levo comigo até hoje.
    Profissionalmente falando ter estudado na EBEC fez um grande diferencial no mercado de trabalho, visto que, há anos é considerada uma das melhores escolas de inglês.
    Lembro com bastante carinho dos professores, funcionários tão dedicados e atenciosos, das aulas sempre muito dinâmicas, amigos secretos…
    Hoje estou concluindo meu curso de Psicologia e pretendo estudar fora. Tenho certeza que nesta nova fase poderei colocar em prática tudo que aprendi na EBEC.
    Me sinto orgulhosa de ter feito parte dessa família. Valeu EBEC.

  12. Lucas Pimentel disse:

    Ah, falar da Ebec pra mim é uma grande satisfação. Entrei na Ebec Pituba em 93, no ch-a, tinha colegas super legais lá, fiz muitos amigos, porém alguns marcam presença até hoje na minha vida. Tinha a Carla, são-paulina fervorosa que nem eu, vários papos antes das aulas, o Gabriel, um gigante, grande brother, Alexandre Augusto, meu amigo e companheiro de partidas no antigo 3DO, na antiga locadora de games do lado da Ebec, tinha a Carol, loirinha, linda, gente finíssima, e a Nanda, que adorava um shortinho jeans, hein Nanda? Espero que saibam que são inesquecíveis. Sem falar nos professores, todos contribuíram bastante para a minha formação, em especial Janet Fisher, na Ebec Canela, onde me formei em 99, ela me incentivou muito e reconheceu de fato todo o meu empenho em aprender esta língua que só me trouxe alegrias, afinal foram muitos amigos, viagens, paixões e aventuras graças ao inglês aprendido na Ebec, o qual me fez romper as fronteiras da vida e conhecer o mundo e as pessoas de uma forma bem mais ampla. Foram 6 anos de muita luta, sacrifício, mas também de muitas alegrias e realizações. Lembro com carinho de 2 pessoas super especiais pra mim, que infelizmente já se foram, o grande amigo, o porteiro Zé, da Ebec Pituba, e o supervisor de área Sandoval, que Deus os tenha, a humildade de ambos me fez ser uma pessoa melhor. Eu poderia ficar aqui a escrever linhas e linhas, porém não seriam suficientes para descrever toda a alergia que sinto em ter me formado lá e ter feito parte da família Ebec. Que vocês continuem este trabalho maravilhoso e que muitas pessoas possam ter a oportunidade de fazer parte da história de sucesso da Ebec. Stay super, always !

  13. Gabriela Albuquerque disse:

    Minha história com o EBEC começou quando eu era quinta série, ainda ficava naquela casa antiga. Foram cinco anos de muitas alegrias, aprendizados e histórias pra contar. Histórias que dividimos com os professores maravilhosos que fizeram da aula de inglês um momento mágico e encantador. Janet, John, Leila, Maricélia, Ione, Suzana, Carmen, Cristiana, cada pedacinho de tempo da semana ao lado de um deles era maravilhoso. Broncas, risadas, festinhas na sala, filmes, traduções, dúvidas. Me lembro até hoje do meu primeiro dia de aula com Maricélia; o aprendizado das cores. Eu fui tirando a maior onda porque as conhecia de fato. As risadas infinitas com as aulas de Janet falando sobre o seu namoradinho no supermercado, a ansiedade pelo GG COM CARTA. As amizades que esperávamos para encontrar lá. O susto que tomei quando a exigência era falar inglês dentro da sala o tempo inteiro. Eu me perguntava sobre a vergonha que iria sentir em pedir pra ir ao banheiro em inglês: - May I go to the restroom? E só falava assim, porque tinha aquela placa de ajuda colada na parede da sala para evitar que falássemos em português de todo jeito. E se falasse em português? Na outra aula tinha que trazer um chocolate pra cada um. E dos caros, viu?
    Até que chegávamos ao ponto de perceber que o inglês já fazia parte da nossa vida de qualquer forma. Nem era preciso mais ler o quadro de ajuda, nem mesmo falar em português sem querer. Estávamos falando inglês! Falando e entendendo! E isso sim era especial, único, mágico…

    Apesar da minha distância do inglês, me considero uma falante fluente dessa língua. Não consigo esquecer do que me faz entender e nem do que me faz falar. Sai assim, sem querer… Um dia desses encontrei um menino na faculdade que é americano e veio pra cá por intercâmbio. Ele passou por mim e me perguntou onde ele podia comer. Aí eu expliquei e ficamos conversando durante muito tempo. Achei fantástico quando ele me disse: “Você fala tão bem, parece que vem de onde eu vim” Balbuciando palavrinhas em português. E aí então eu me pergunto, depois de tantos anos afastada, o que ainda me faz lembrar de tudo isso? Apenas um método? Não, creio que não. Foram anos de muito aprendizado rigoroso.
    Algumas vezes me lembro da minha dificuldade com reported speech e o quanto eu sei esse assunto hoje. Não consigo esquecê-lo de forma nenhuma. Eu sei que esse meu conhecimento de inglês ainda vai me abrir muitas portas por aí. Essa bagagem é única.
    E o EBEC, pra mim, não é apenas uma escola de inglês, mas uma família.
    Uma família de verdade.

  14. Luciano disse:

    Me lembro de muito do EBEC. Dos meus professores, especialmente do Paul e da Ann Marie !! Me lembro muito do meu grupo de colegas. Estudamos na EBEC juntos desde o CBA até o AP4. Todo início de semestre íamos para a porta da EBEC pituba às 04:00 da manhã para conseguirmos uma vaga no concorrido horário das 08 às 10:00 !!!
    E la se vão 17 anos !

  15. Luis Rogério Duarte disse:

    Eu sou cirurgião-dentista , com formação acadêmica em Implantodontia Oral ao nível de pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). Estudei no Ebec entre 1978 e 1983. O motivo era claro: tinha vindo do interior e não me adaptava ao ensino da língua inglesa no colégio. Minha mãe achou oportuno colocar-me no EBEC Pituba, onde hj funciona um laborátório de análises clínicas. Logo nos primeiros 6 meses meu rendimento na escola na disciplina inglês, subiu consideravelmente. Terminei o curso em 1983. Depois do meu curso de Mestrado voltei a fazer aulas particulares pois minhas atividades acadêmicas exigiam uma fluência maior. Hj sou professor universitário, já ministrei inclusive conferências em outros países em inglês e me comunico com facilidade em viagens. Agradeço tudo a experiência que tive quando adolescente no EBEC. Tenho amigos até hj daquela época e o EBEC faz parte das minhas melhores recordações em todos os sentidos.

  16. Helga Vieira Aguiar disse:

    Sai de Salvador há 6 anos, e quando cheguei na minha nova cidade e no meu novo trabalho encontrei logo de cara um baiano, que mais tarde se tornou meu amigo. Em um dos nossos primeiros papos, procuramos amigos em comum, lugares em comum e eis que sai a seguinte frase, dia pelo meu amigo: “That’s all for today, good bye everybody, see you on…”. “Você estudou no EBEC!!!!”, dissemos imediatamente um para o outro. E este é o nosso principal lugar em comum. Até hoje nos despedimos com esta célebre frase, aprendida nos primeiros anos da nossa infância, e sempre inesquecível. Um grande abraço.

    Helga Vieira Aguiar
    Jornalista

  17. Cicero Silva disse:

    Sou filho de família humilde, participei de um sistema de bolsas de estudo para escolas estaduais, nos idos de 1984 se não me engano, na época eu tinha apenas 14 anos, estudei 04 ou 05 semestres na EBEC do Canela, lugar muito bom, onde me sentia em casa, fiz amizades maravilhosas, de alunos a professores, hoje, sou contador de uma construtora e o inglês que aprendi na época, mesmo não sendo suficiente (deveria ter continuado), mas infelizmente não tinha condições financeiras de manter o curso, já que a bolsa havia acabado, mas esse pouco inglês que aprendi tem me ajudado e muito na minha vida profissional, pois, o pouco que aprendi ainda assim, é muito superior aos cursos de hoje. Um grande abraço a todos da EBEC.

  18. Fernanda Becker disse:

    Cursei a Ebec Canela dos 10 aos 16 anos. Foram anos maravilhosos, os professores eram geniais e as turmas muito legais. Passei muito tempo sem precisar do inglês, até que, aos 34 anos, minha cunhada começou a namorar um americano. Desde o primeiro dia que o conheci, meu inglês fluiu naturalmente, como se eu falasse inglês todos os dias. Era impressionante como eu lembrava das aulas, no momento em que usava determinada gíria ou mesmo quando me expressava sem erros gramaticais. No dia do casamento deles, cerca de 30 americanos vieram para a cerimonia no Brasil e todos elogiavam a minha fluência e não acreditavam quando eu dizia que era devido a um curso de inglês que fiz na adolescência. Hoje, trocamos e-mails com frequência e em breve estarei com eles visitando algumas cidades. Não tenho o menor receio de me comunicar com eles. Tudo acontece muito naturalmente. Valeu! Valeu mesmo!

  19. Sara Gardênia Fausto Teixeira disse:

    Eu nasci em uma cidadezinha do interior… Dessas onde todo mundo se conhece, tem uma igreja na praça e todo mundo é feliz… Até que chega um dia que a gente cresce e quer ir além… Aos 14 anos, saí da minha cidade ( Caetité - BA ) e vim estudar em Salvador, pois eu queria muito ser médica. Quando cheguei aqui, não tive dificuldade em disciplinas como português, redação, história, etc, pois como eu era uma aluna muito aplicada, desempenhei bem a minha função de estudante. Foi então que vi um “bicho-papão”: Inglês! Ah! Como sofri com aquela nota vermelha que chegava me agredir os olhos… Felizmente, a minha professora de inglês ( nunca irei esquecê-la ), observando que apesar do meu interesse as minhas notas não eram satisfatórias, chamou os meus responsáveis e os orientou a matricular-me na EBEC. Desde o primeiro dia de aula em 1989, com a professora Amélia, na sede do Canela, inglês deixou de ser um bicho-papão e passou a ser um grande prazer. Nunca me esquecerei dos módulos de capa azul, especialmente escritos pelas mãos das fundadoras… Nunca vou me esquecer do progresso inicial, e da confiança que adquiri após as primeiras aulas… E, é claro, das “Cartas de Congratulação”, no final do semestre, que nos estimulava a querer falar. Quando fiz vestibular para Medicina no final de 1991, passei por ter acertado 100% da prova de inglês da Bahiana, 90% da UFBA e passei também em nutrição na UNEB em um dos primeiros lugares em todo o estado (17° lugar ), após conseguir 100% de aprovação na prova de inglês. Terminei o meu curso de inglês em 1993, sem perder nenhum semestre. Sinto saudades da EBEC. Para mim, é uma doce lembrança. Depois da EBEC, fiz outros cursos de inglês pela cidade, terminei todos eles precocemente, pois havia pouco a ser acrescentado ao meu vocabulário, gramática e pronuncia. Pude usar o meu inglês de adolescente na faculdade, em viagens e até hoje quando atendo pacientes estrangeiros. Agora, espero a minha filha Marianna, que hoje tem 6 anos, completar sete anos para poder incentivá-la a fazer inglês. E, a minha escolha já está certa! Tem que ser na EBEC!

  20. Hegel Vieira Aguiar disse:

    Sabe aquelas promessas que a maioria das escolas de inglês utilizam em seus comerciais como – você cidadão do mundo, abrindo as portas para o mundo, passaporte para o mundo, inglês sem fronteiras…a EBEC cumpriu todas elas em minha vida. O meu conhecimento em Inglês me tornou um cara destemido e todos os meus objetivos fora do país foram alcançados, além de ter contribuído muito com a minha carreira.

    Na EBEC fiz ótimos amigos e, por uma coincidência do destino, esses laços de amizade se estreitaram ainda mais. Hoje, dentre outras posições, sou consultor de comunicação e marketing da escola e traduzo todo o meu sentimento e percepções sobre a EBEC nas minhas ações.

  21. Guilherme Almeida Marinho disse:

    O depoimento que posso dar sobre da EBEC é que terminei o curso aos 15 anos e 7 anos mais tarde ela foi fundamental num momento crucial da minha carreira, foi aquela carta na manga num momento decisivo, sabe ?!! Tinha me candidatado a uma vaga para Analista de Sistemas em um concurso para um banco público na Bahia, existiam apenas 3 vagas e era um processo extremamente rigoroso com várias fases de avaliação técnica e 2 últimas que consistiam na avaliação da língua inglesa, estas últimas extremamente elaboradas e igualmente rigorosas. Foi aí que a EBEC fez toda a diferença, pois vi vários concorrentes e alguns colegas de trabalho, na altura até mais experientes que eu, ficarem pelo caminho nas provas de inglês, que naquele concurso, acabou por ser o diferencial entre os concorrentes. Pelo fato de ter sido aprovado e já a trabalhar no banco, acabei por estabelecer contatos profissionais que 2 anos mais tarde se transformaram em um convite de um Banco Português para participar no projeto da implementação do Euro em 1998.
    Outra ocasião em que consegui avaliar a qualidade do curso que havia feito na EBEC foi quando, já aqui na Europa e por questões profissionais, me matriculei em um curso de Francês em uma escola extremamente conceituada e lá senti a diferença e muita falta da didática da EBEC, onde eu aprendia quase sem fazer esforço e naturalmente, comecei então a utilizar aquela didática nos meus estudos em casa e o resultado é que comecei claramente a me distanciar dos meus colegas de turma, tanto em escrita como em pronuncia e fluência. Continuo aqui na Europa passados 11 anos e agradeço muito a bagagem que tinha naquele momento em que isso foi decisivo e ajudou-me a dar o salto profissional.

    Guilherme Almeida Marinho.
    Analista de Sistemas.

  22. Eu sou EBEC disse:

    Olá! Use o formulário abaixo, envie seu depoimento sobre a EBEC e apareça neste mural!

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